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Mostrando postagens com o rótulo Marcas da Crise
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ECONOMIA "MARCAS DA CRISE: EMPRESAS PODEM AGIR PARA EVITAR DANOS MAIORES" "O baixo-astral provocado por uma recessão precisa acender um alerta em empresas e órgãos públicos. Segundo especialistas, consciência do risco e ações defensivas podem mitigar os danos nocivos do estresse. Entre esses impactos negativos está a perda de produtividade, provocada por desânimo generalizado devido a demissões frequentes e sobrecarga dos trabalhadores que permanecem.  Segundo Luiz Edmundo Rosa, diretor da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), muitas empresas fazem justamente o que deveriam evitar: aumentam a pressão por resultados ao mesmo tempo em que deixam de lado políticas de motivação. Rosa destaca que essas políticas não envolvem necessariamente gastos, como bônus ou prêmios.  'As pessoas precisam se sentir seguras e reconhecidas. Os líderes devem ouvir mais e, em caso de redução de equipes, rever a forma de fazer as coisas, em vez de insisti...
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SAÚDE "MARCAS DA CRISE: PERITOS DIZEM QUE CRISE DEIXOU SEGURADOS MAIS AGRESSIVOS" Por: Érica Fraga         Mariana Carneiro         Ana Estela de Sousa Pinto         DE SÃO PAULO "Uma tensão observada pelos peritos da previdência social nesta crise é que trabalhadores com emprego e também os desempregados têm recorrido a pedidos de afastamento como forma de se proteger de uma eventual perda de renda. 'Toda vez que uma crise econômica começa, notamos que uma das portas usadas pelos trabalhadores para manter renda é o INSS', diz a perita baiana Edriene Teixeira, 45. 'Essas pessoas vão para a perícia no espírito do 'tudo ou nada'. Teixeira recebeu socos e puxões de cabelo quando recusou a extensão do benefício a uma trabalhadora que alegava incapacidade por LER (lesão por esforço repetitivo). A Associação Nacional de Médicos Peritos (ANMP) afirma que, no atual contexto de crise, vem aumentando os ...
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SOCIEDADE "MARCAS DA CRISE: ESTUDOS RELACIONAM SUICÍDIO A DESEMPREGO" "Além da perda do salário, demissão provoca solidão, isolamento e crises familiares, afirma psiquiatra da USP" " Em Rio Claro (SP), empresário não resistiu à depressão depois de demitir 20% do efetivo da fábrica de estofados. Há cerca de dois anos, a fábrica de estofados Luizzi, em Rio Claro (SP), produzia 65 mil jogos de sofá de cinco lugares por mês. Era mais do que o suficiente para acomodar toda a população da cidade de 200 mil habitantes. Neste ano, a produção recuou a menos de um terço: 18 mil jogos por mês. O único cliente da Luizzi, a Via Varejo, dona das Casas Bahia, reduziu as compras, na esteira da recessão e da queda do apetite do consumidor. No mês passado, 15% do afetivo foi demitido. A decisão ocorreu após a fábrica, fundada por Luiz Antonio Scussolino, tentar, sem sucesso, reduzir a jornada de trabalho em 20%, com corte proporcional de salário.  ...