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Mostrando postagens com o rótulo Aviões: O que as Catástrofes Aéreas ensinam?
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AVIÕES: O QUE AS CATÁSTROFES AÉREAS ENSINAM? Aviões, o meio de transporte considerado o mais seguro do mundo. Com alta tecnologia e profissionais de ponta, muito investimento em dinheiro e mão de obra, fazem esses gigantes dos céus serem difíceis na queda. Isso, claro, literalmente. Mas, nem tudo são flores na aviação. Não adianta ter aviões cada vez mais tecnológicos, se não há capacitação adequada e claro, treinamento que ajudem os pilotos a resolver problemas e obstáculos que possam aparecer.  Em 2018, registrou-se 556 mortes devido a acidentes aéreos,  sendo 15 deles envolvendo aviões de passageiros, segundo um relatório da organização holandesa Aviation Safety Network (ASN). Apesar disso, o ano passado foi o terceiro ano mais seguro no ranking da mesma organização. Segundo a empresa de consultoria em aviação To70, a proporção de acidentes fatais envolvendo voos comerciais de passageiros é de 0,36 para cada 1 milhão de voos, o equivalente a um acidente fatal par...
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AVIÕES: O QUE AS CATÁSTROFES AÉREAS ENSINAM? Ao longo da série Aviões: O Que As Catástrofes Aéreas Ensinam?, repetimos inúmeras vezes que os aviões são os meios de transporte mais seguros do mundo. Mas isso não quer dizer que falhas não aconteçam, o que não deveria ser realidade em uma indústria tão grandiosa e rica como é a da aviação. Para a fabricação ou criação das aeronaves, centenas de profissionais trabalham em sua projeção, desde o desenho até o momento em que estão prontas para o uso. E mesmo assim, durante toda a sua vida útil, os aviões continuam recebendo atenção profissional. As falhas acontecem, mas os aviões e engenheiros que os constroem, sentem-se na obrigação de fazer com que estas máquinas voadoras fiquem imunes a elas. Mas a realidade é muito diferente, principalmente se voltarmos ao passado, há cerca de 45 anos atrás... Na década de 1970, a indústria da aviação comercial era composta principalmente, por aviões fabricados pela McDonnell Douglas e a Boeing...
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AVIÕES: O QUE AS CATÁSTROFES AÉREAS ENSINAM? Mesmo sendo considerado o meio de transporte mais seguro, os aviões não estão isentos de sofrerem com condições climáticas adversas. Aliás, as más condições climáticas contribuem para mais da metade dos acidentes fatais da aviação comercial. Mesmo com toda a tecnologia empregada nessas máquinas sofisticadas, elas não estão isentas de falhas.  E foi a junção dessas duas condições mais o erro humano, que contribuíram para o trágico acidente com o Airbus A330-203 da Air France que caiu no dia 1º junho de 2009.  Fazendo a rota Rio de Janeiro-Paris, o Airbus da Air France com 228 pessoas a bordo decolou às 19h29min de 31 de maio de 2009, do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro. O voo noturno estava previsto para chegar às 10h34min em Paris. Contudo, durante o percurso sobre o Oceano Atlântico, por volta de 3 horas após o início do voo, a torre de controle perdeu o contato com a tripulação do avião. Isso ac...
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AVIÕES: O QUE AS CATÁSTROFES AÉREAS ENSINAM? Já falamos muito aqui que o avião é o meio de transporte mais seguro do mundo, não é mesmo? Mas isso não impede que ocorram histórias surpreendentes, e digamos, bizarras. O caso do piloto Gilberto Araújo da Silva, veterano da Varig, antiga companhia de aviação brasileira, é um exemplo disso. E antes de me esquecer, guarde o nome dele, pois nesta matéria, ele é nosso personagem principal. Imagine que, em 11 de julho de 1973, em um voo aparentemente rotineiro, o experiente piloto Gilberto Araújo da Silva, seria o comandante do voo RG-820, da Varig, que faria a rota Rio de Janeiro-Paris, na França, com 117 passageiros a bordo, e mais 17 tripulantes. Tudo transcorria normalmente até que, quase no percurso final, por volta das duas da tarde daquele dia, uma fumaça muito densa saía de um dos banheiros daquele Boeing 707, e aquela altura, a fumaça já incomodava os passageiros, que tossiam sem parar. Uma das comissárias foi pegar o extint...