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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por Defensoria Pública do Rio
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ATUALIDADES: VESTIBULAR E ENEM QUESTÕES SOCIAIS: VIOLÊNCIA O RIO SOB INTERVENÇÃO Em meio à escalada da violência no Rio de Janeiro, Temer transfere o comando da segurança pública no estado para as Forças Armadas, em decisão inédita e polêmica A cena passou a ser uma rotina no Rio de Janeiro . Enfrentamentos entre policiais e membros do crime organizado provocavam desespero na população e obrigavam autoridades a fechar vias importantes da capital fluminense, como a Linha Amarela. Em 2017, a Região Metropolitana do Rio registrou 5,8 mil tiroteios, com um saldo trágico de mais de 780 mortos. Só no primeiro mês de 2018 foram 640 tiroteios, o que dá uma média de 20 trocas de tiro por dia. Essas situações colocam a população como alvo fácil de balas perdidas e comprometem o dia a dia dos moradores - nas favelas , a cada tiroteio, milhares de crianças deixam de ir à escola, e os serviços públicos, como coleta de lixo e entrega de correspondência, são suspeitos. ...
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VIOLÊNCIA "APÓS INTERVENÇÃO FEDERAL, MORTES VIOLENTAS AUMENTARAM E PRODUTIVIDADE DA POLÍCIA DIMINUIU" "Muito tiro, pouca eficiência: dados são do Instituto de Segurança Pública (ISP) " Por: Antônio Werneck         Carina Bacelar          Elenilce Bottari "RIO - Desde o início da intervenção federal na segurança pública do estado, em fevereiro, foram empregados 32.312 homens das Forças Armadas em 18 operações integradas com as polícias estaduais em favelas e estradas da Região Metropolitana. Toda a mobilização, no entanto, não aumentou a produtividade da polícia . Dados do Instituto de Segurança Pública do estado (ISP) indicam que, de um lado, houve aumento das mortes violentas e, de outro, redução dos indicadores ligados à eficiência policial durante o período de vigência da intervenção. De março a maio deste ano, quando os militares já estavam em plena atividade, os números de prisões em flagrante , cumprimento...
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ATUALIDADES: VESTIBULAR E ENEM QUESTÕES SOCIAIS: VIOLÊNCIA MORTE E INTIMIDAÇÃO O assassinato da vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro, coloca em xeque a intervenção federal e expõe os desafios para conter a rede de criminalidade no país Por: Márcia Nogueira Tonello Na noite de 14 de março de 2018, uma rua do centro do Rio de Janeiro foi o palco de um crime brutal que chocou o Brasil: o assassinato a tiros da vereadora Marielle Franco (PSOL) e seu motorista, Anderson Pedro Gomes. Um carro emparelhou com o deles no bairro de Estácio e fez inúmeros disparos. A vereadora recebeu quatro tiros na cabeça. O assassinato provocou manifestações de repúdio e protestos por todo o país. Em sua atividade pública, a vereadora - ela mesma moradora do Complexo da Maré - buscava organizar a população pobre e favelada da periferia do Rio para exigir direitos civis, como educação pública, acesso à saúde e o respeito a negros é à população LGBT. A morte de...