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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por Lei de Acesso à Informação
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CONHECIMENTO CEREBRAL DESTACA POLÊMICA! "A DOR SILENCIOSA" "Quinta maior causa de morte materna no Brasil, o aborto permanece ilegal no país, com raras exceções. A restrição põe em xeque a saúde pública de cerca de 800 mil mulheres por ano, e pode ficar ainda mais severa se projetos de lei no Congresso forem aprovados" "Maria ( nome fictício para preservar a fonte ) nunca se esquecerá de agosto de 2010. Depois de terminar um relacionamento abusivo de dois anos com seu namorado, ela, que sofria inúmeras agressões físicas e psicológicas durante brigas e que, por três vezes, teve de impedi-lo de cometer suicídio, descobriu que estava grávida de três semanas. Confusa, com medo de  retaliações  por parte do ex-companheiro e preocupada com o futuro dela e da criança, Maria, aos 22 anos de idade, tomou a decisão que considerou mais difícil de sua vida: retirar o feto. 'Seis anos se passaram  e ainda me lembro de cada segundo, foi um momento m...
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VIOLÊNCIA "TRAGÉDIAS ANUNCIADAS: DUAS EM CADA TRÊS PESSOAS QUE REGISTRAM AMEAÇAS NO RIO SÃO MULHERES" "Carro de advogada alvejado por 11 tiros na última sexta-feira (29)  evidencia escalada da violência no estado" Por: Carina Bacellar         Carolina Heringer         Elis Bartonelli         Pedro Zuazo "RIO - Parecia uma história de amor, daquelas apressadas: X. conheceu o corretor de imóveis Paulo Henrique Goulart e, cinco meses depois, mudou-se para a casa dele. Mas o namoro desandou e, em menos de um ano, ela estava de volta ao apartamento dos pais. Foi quando começou o pesadelo. Inconformado com o fim do relacionamento, Paulo Henrique ameaçou várias vezes X. e sua família, uma delas de arma em punho. Por conta disso, ela acabou conseguindo na Justiça uma medida protetiva contra o ex-namorado. Paulo Henrique foi proibido de ficar a menos de 500 metros de X., mas, como não foi encontrado par...
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ATUALIDADES: VESTIBULAR E ENEM QUESTÕES SOCIAIS: SEGURANÇA PÚBLICA BARBÁRIE NAS PRISÕES As rebeliões em presídios, em que 134 detentos foram mortos no início do ano, escancaram as condições degradantes atrás das grades e a falência do encarceramento em massa "Uma pilha de corpos, alguns esquartejados, sem braço, perna e sem cabeça, uma cena dantesca". A frase do juiz Luís Carlos Valois, do Tribunal de Justiça do Amazonas, reproduzida por vários jornais brasileiros, assim descrevia uma das rebeliões e massacres ocorridos em penitenciárias de pelo menos sete estados brasileiros, em janeiro de 2017. Apenas nos primeiros 15 dias do ano, 134 detentos - ou seja, pessoas sob custódia e responsabilidade de Estado - foram assassinadas, a maioria vítima de brigas entre facções criminosas, sobretudo no Amazonas, em Roraima e no Rio Grande do Norte. Cenas sórdidas desses crimes circularam na internet, e notícias sobre essas atrocidades ganharam as manchetes dos...