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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por desocupação de jovens
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TRABALHO "DESEMPREGO CRESCE E JÁ ATINGE QUASE UM TERÇO DOS JOVENS BRASILEIROS" "Índice de desocupação na faixa etária de 18 a 24 anos é quase três vezes maior entre quem tem 25 a 29 anos; para economista, crise deixará marcas profundas na geração que chegou ao mercado de trabalho quando as vagas de emprego sumiram" Por: Douglas Gravas         O ESTADO DE S. PAULO "Desde o início de 2016, a desocupação entre brasileiros de 18 a 24 anos não fica abaixo da casa dos 24%. E, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua , do IBGE , essa taxa vem até aumentando: passou de 25% no final de 2017 para 28,1% no primeiro trimestre deste ano. Com a recuperação tímida da economia, o desemprego ainda resiste e deixa marcas nos 'filhos da crise' - a geração que chegou ao mercado quando as oportunidades de trabalho tinham sumido. No fim do ano passado, eram 4 milhões de jovens em todo o País que estavam sem uma ocupação....
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CONHECIMENTO CEREBRAL DESTACA ECONOMIA! "A GERAÇÃO NEM-NEM" "Com a crise, o número de jovens no Brasil que nem trabalham nem estudam já soma 6,6 milhões. Os reflexos desse fenômeno não atingirão só a vida deles, mas toda a sociedade" Por: Bianca Alvarenga " Numa crise econômica profunda todos perdem, mas uns perdem mais que os outros - e esses são quase sempre jovens. Isso ocorre porque demitir funcionários com menos tempo de ocupação sai mais barato e cortar a mão de obra menos especializada significa perder menos produtividade e ter mais facilidade de encontrar substitutos quando o mercado se recuperar. Quando as recessões são longas e o desemprego começa a se disseminar também entre os trabalhadores mais velhos (ou seja, aqueles que chefiam os lares em que os adolescentes moram), as oportunidades de estudo dos jovens diminuem mais ainda. À medida que o orçamento familiar fica enxuto , as prioridades tornam-se outras. No Brasil de...
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VIOLÊNCIA "CIDADES MAIS VIOLENTAS TÊM 9 VEZES MAIS PESSOAS NA EXTREMA POBREZA DO QUE AS MENOS; BA E RJ CONCENTRAM RECORDISTAS" "Atlas da Violência de 2018 mostra que 50% das mortes violentas ocorreram em 123 municípios, que correspondem a 2,2% do total de cidades" Por: Cíntia Acayaba          Marina Pinhoni "As dez cidades com maiores taxas de assassinatos no Brasil têm nove vezes mais pessoas na extrema pobreza do que as cidades menos violentas. É o que indica o Atlas da Violência 2018 sobre os municípios com dados referentes a 2016. Sete das dez cidades mais violentas do Brasil estão na Bahia e no Rio de Janeiro (veja mais abaixo). Segundo o estudo elaborado pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgado nesta sexta-feira (15), os dez municípios com mais de 100 mil habitantes e com menores taxas de homicídios têm 0,6% de pessoas extremamente pobres, enquanto os dez mais violentos têm 5,5% em média. No total...
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ATUALIDADES: VESTIBULAR E ENEM INTERNACIONAL: ORIENTE MÉDIO DISPUTA REGIONAL EM ALTA TENSÃO Retirada dos EUA do acordo nuclear com o Irã acirra as rivalidades no Oriente Médio e reforça a formação de alianças entre os países Como se não bastasse a sangrenta Guerra na Síria, a turbulenta região do Oriente Médio sofreu um novo abalo com a decisão dos Estados Unidos (EUA) de romper o pacto nuclear com o Irã, em maio deste ano. O presidente norte-americano, Donald Trump, justificou uma de suas controversas ações em política externa como forma de impedir que "o maior patrocinador mundial do terrorismo" obtivesse a bomba atômica. O acordo nuclear com o Irã foi fruto de anos de negociações até ser assinado em 2015, em um complexo esforço diplomático que envolveu o chamado P5+1, grupo formado pelos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) - EUA, França, Reino Unido, China e Rússia - e mais a Alemanha. À épo...