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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por inserção no mercado de trabalho
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VIOLÊNCIA "CIDADES MAIS VIOLENTAS TÊM 9 VEZES MAIS PESSOAS NA EXTREMA POBREZA DO QUE AS MENOS; BA E RJ CONCENTRAM RECORDISTAS" "Atlas da Violência de 2018 mostra que 50% das mortes violentas ocorreram em 123 municípios, que correspondem a 2,2% do total de cidades" Por: Cíntia Acayaba          Marina Pinhoni "As dez cidades com maiores taxas de assassinatos no Brasil têm nove vezes mais pessoas na extrema pobreza do que as cidades menos violentas. É o que indica o Atlas da Violência 2018 sobre os municípios com dados referentes a 2016. Sete das dez cidades mais violentas do Brasil estão na Bahia e no Rio de Janeiro (veja mais abaixo). Segundo o estudo elaborado pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgado nesta sexta-feira (15), os dez municípios com mais de 100 mil habitantes e com menores taxas de homicídios têm 0,6% de pessoas extremamente pobres, enquanto os dez mais violentos têm 5,5% em média. No total...
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CONHECIMENTO CEREBRAL DESTACA LIBRAS! "SINAIS DE INCLUSÃO" "Apesar de sua longa existência, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) ainda é cercada de desconhecimento e menos popular na sociedade do que deveria ser. Mas seu futuro é promissor" Por: Ana Carolina Nunes "Viver no silêncio não significa que não tenha muito a comunicar. Assim como também se tem muito a estudar, ler, se informar, se divertir - enfim, a fazer qualquer outra atividade comum à maioria das pessoas. A diferença é que essas atividades são intermediadas por outra língua que não o português: a Libras , sigla de Língua Brasileira de Sinais. Desde 2002 (Lei Nº. 10.436) a Libras é a língua de sinais principal e oficial do Brasil, dotada de estrutura, expressões idiomáticas, gírias e gramática próprias. 'A Libras e as línguas de sinais não são mimicas', esclarece César Assis, doutor em antropologia social pela Universidade de São Paulo. As línguas de sinais,...
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ATUALIDADES: VESTIBULAR E ENEM DOSSIÊ INTOLERÂNCIA: HOMOFOBIA A ESCALADA DA HOMOFOBIA Além de serem vítimas de violência, minorias sexuais, sobretudo transgêneros, vivem situação de exclusão social; no mundo, sete nações impõem a pena de morte a prática homossexual Um vídeo mostrando um corpo ensanguentado e jogado no chão, recebendo pauladas, chutes e xingamentos de  pelo menos quatro homens se propagou na internet em 2017 e ganhou repercussão internacional. A vítima dessa cena chocante era a travesti cearense Dandara dos Santos, de 42 anos, umas das 227 LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) assassinadas no país , apenas nos primeiros nove meses do ano. Segundo o Grupo Gay da Bahia (GGB) , ONG responsável por realizar esse levantamento, o número de mortes ligadas à homofobia e à transfobia já passou de uma por dia, a maior média deste grupo começou a fazer esse levantamento, há quase 40 anos. Tais indicadores conferem ao Brasil o lam...
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ALIMENTAÇÃO "ALIMENTOS TRANSGÊNICOS: DEVEMOS COMER?" Por: Diogo Sponchiato "O desenvolvimento de novas matérias-primas alimentares, modificadas geneticamente com o uso de uma tecnologia conhecida como DNA recombinante, constitui uma das facetas mais importantes da moderna biotecnologia . Isso porque oferece a perspectiva de inovações que podem contribuir significativamente para a obtenção de alimentos menos perecíveis, mais saudáveis e mais seguros. Ainda que não resolva todos os problemas da agricultura e da fome no mundo, é uma ferramenta tecnológica bastante poderosa e precisa, que se soma ao melhoramento convencional de plantas, acelerando esse processo e abrindo novas possibilidades.  Novas tecnologias sempre geram dúvidas e, por isso, não raro despertam desconfiança nos consumidores. Com os alimentos geneticamente modificados , a situação não é diferente. Contudo, para atenuar a desconfiança, vale esclarecer que há uma preocupação com a segu...
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TRABALHO "DIFERENÇA DE RENDA ENTRE BRANCOS E NEGROS CRESCE COM DESEMPREGO" "Rendimento de pretos e pardos caiu desde 2015, enquanto o de brancos melhorou, mostra IBGE" Por: Fernanda Perrin         DE SÃO PAULO " Diferenças nos tipos de empregos ocupados por cada um dos grupos explica esse impacto, afirmam especialistas. O avanço do desemprego fez a desigualdade de renda entre brancos e negros voltar a crescer, interrompendo um processo de redução que se iniciara na década passada. Entre 2015 e o primeiro trimestre deste ano, a remuneração recebida por em todos os trabalhadores teve variação positiva de 0,8%. Já o rendimento de pardos caiu 2,8% no período, e o de pretos, 1,6%, de acordo com dados e classificação do IBGE. Até então, a situação era inversa: entre o primeiro de trimestre de 2012, início da série histórica, e o último de 2014, o rendimento de pretos cresceu 8,6%, o de pardos, 6,5%, e o de brancos, 5,6%.  O resultado ...