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ATUALIDADES: VESTIBULAR E ENEM INTERNACIONAL: GUERRA NA SÍRIA A HUMANIDADE SOB OS ESCOMBROS A reconquista da cidade de Aleppo fortalece o regime do ditador Bashar al-Assad em uma Síria arrasada após seis anos de conflitos e mais de 400 mil mortos A retomada da cidade de Aleppo, no final de 2016, foi a mais ditador da Síria, Bashar al-Assad, desde a eclosão da guerra no país, em março de 2011 . Localizada no norte do país, a cerca de 60 quilômetros da fronteira com a Turquia, Aleppo é a cidade mais populosa da Síria e a segunda mais importante do país, depois da capital, Damasco. Devido a sua importância estratégica nesse conflito, a metrópole foi palco de uma brutal disputa entre as forças do regime e os insurgentes, que deixou mais de 100 mil mortos e uma cidade em ruínas. O confronto em Aleppo concentrou-se no setor oriental da cidade, que no início da guerra havia sido tomado pelas forças de oposição ao regime - o lado ocidental permaneceu sob controle...
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CONHECIMENTO CEREBRAL DESTACA SOCIEDADE! "CURDOS: A LUTA PELA TERRA" "Batalhas, genocídios, grupos terroristas e uma luta constante por independência são parte da história desta etnia sem pátria que, com até 45 milhões de pessoas, é maior que muitos países" Por: Natália Yudenitsch " E m 1919, pouco antes do nascimento oficial do Estado Iraquiano (ainda sob controle britânico), os curdos estavam a um passo de ter sua nação independente. O xeque Mahmoud Barzanji, então líder dos curdos, autoproclamou-se rei do Estado Independente Curdo, reclamando a Suleimânia (uma cidade do Curdistão, no Iraque) e áreas adjacentes. Não deu certo. Menos de um ano depois, o Exército britânico depôs Barzanji. Naquele mesmo 1920, então, foi assinado na França o Tratado de Sèvres. O texto delimitava as fronteiras do Curdistão e prometia a tão esperada autonomia dos curdos. A promessa não cumprida: a independência nunca foi colocada em prática. Para complicar, e...
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ATUALIDADES: VESTIBULAR E ENEM CIÊNCIAS E MEIO AMBIENTE: ÁGUA SECA HISTÓRICA CASTIGA O NORDESTE A maior falta de água no Nordeste dos últimos cem anos sinaliza a importância da gestão dos recursos hídricos no país e no mundo Solos rachados, perdas na agricultura, mortes de animais e, sobretudo, a falta de água para consumo humano. São situações já esperadas pelo sertanejo do Nordeste, durante os períodos mais secos do ano. Mas não durante anos seguidos. A atual estiagem já dura seis anos consecutivos e é a seca mais prolongada da história recente na região. Os reflexos já afetam não só a população rural, mas também o cotidiano dos centros urbanos. O cenário vem se agravando. De acordo com o Monitor de Secas da Agência Nacional de Águas (ANA), mais de 65% do território nordestino se encontrava na categoria de "seca excepcional", em dezembro de 2016. E essa área já era 18% maior em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Estende-se por "seca...