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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por mulheres
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AISHA SARWARI DIZ "O FEMINISMO ME LEVOU A SER INVENCÍVEL" "Ativista luta para que mulheres de seu país não sejam propriedade de homens" ENTREVISTA Por:  Carolina Vila-Nova " SÃO PAULO A jornalista e ativista paquistanesa Aisha Sarwari, 37, está fazendo uma proposta ousada para suas conterrâneas: que assumam o controle de seus direitos sexuais. A definição vai além do prazer sexual: é sobre as mulheres 'não serem propriedade de nenhum homem'. Sarwari é cofundadora do Women's Advancement Hub (WHA; Centro para Avanço das Mulheres), organização que trabalha pelos direitos da mulher em setores como mobilidade, assédio online e saúde, e cede sua plataforma na internet para que mulheres ao redor do Paquistão contem suas histórias. Segundo maior país muçulmano do mundo e dono de uma sociedade patriarcal, o Paquistão tem um sistema misto de legislação civil e islâmica. A Constituição reconhece a igualdade entre homens e mulheres, ma...
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ANGELA SAINI EM "A CIÊNCIA É SEXISTA" "A britânica diz que cientistas, a começar por Darwin, erraram ao decretar a inferioridade feminina sem considerar o contexto social em que as mulheres estavam inseridas" Por: Ana Clara Costa "Jornalista especializada em ciência, a britânica Angela Saini, de 36 anos, surpreendeu-se mais de uma vez ao deparar com teses científicas que ainda hoje sugerem algum tipo de inferioridade feminina em relação ao gênero masculino. Para questionar esse entendimento, ela reuniu um calhamaço de teses que atribuem às mulheres características - biológicas ou comportamentais - desfavoráveis em relação aos homens e as confrontou com pesquisas científicas que dizem justamente o contrário. O resultado foi o livro  Inferior: How Science Got Women Wrong (Inferior: como a ciência se enganou com as mulheres, em tradução literal), ainda sem previsão de lançamento no Brasil. A formação de Angela lhe garante credenciais para a...
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ATUALIDADES: VESTIBULAR E ENEM QUESTÕES SOCIAIS: DIREITOS DA MULHER ELAS QUEBRAM O SILÊNCIO Denúncias de assédio feitas por atrizes de Hollywood vêm à tona e desencadeiam campanhas de apoio à luta das mulheres contra a violência e a desigualdade Por: Maria Fernanda Teperdgian "Se todas as mulheres assediadas ou agredidas sexualmente escrevessem #MeToo em suas redes, talvez o mundo passaria a ter noção da magnitude do problema", escreveu a atriz norte-americana Alyssa Milano em seu Twitter, em outubro de 2017. O post, feito em apoio às denúncias de assédio e estupro contra o produtor hollywoodiano Harvey Weinstein, acusado de abusar de dezenas de mulheres, foi o estopim de um movimento estrondoso nas redes sociais, que ganhou a adesão de mulheres de todo o mundo. A hashtag #MeToo foi utilizada milhões de vezes no Twitter, no Facebook e no Instagram em mais de 80 países. Embora não tenha sofrido assédio por parte do produtor, Milano contracenou ...
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VIOLÊNCIA "VIOLÊNCIA DOMÉSTICA MATA CINCO MULHERES POR HORA DIARIAMENTE EM TODO O MUNDO" "Mais de 500 mil mulheres serão mortas por seus parceiros ou familiares até 2030" "A violência doméstica é responsável pela morte de cinco mulheres por hora no mundo, mostra a organização não governamental (ONG) ActionAid. A informação é resultado de análise do estudo global de crimes das Nações Unidas e indica um número estimado de 119 mulheres assassinadas diariamente por um parceiro ou parente. A ActionAid prevê que mais de 500 mil mulheres serão mortas por seus parceiros ou familiares até 2030. O documento faz um apelo a governos, doadores e à comunidade internacional para que se unam a fim de dar prioridade a ações que preservem os direitos das mulheres. O estudo considera dados levantados em 70 países e revela que, apesar de diversas campanhas pelo mundo, a violência ou a ameaça dela ainda é uma realidade diária para milhares de mulheres. 'A...