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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por violência doméstica
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VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER "DADOS DE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER SÃO A EVIDÊNCIA DA DESIGUALDADE DE GÊNERO NO BRASIL" Por:  Samira Bueno         Renato Sérgio de Lima         FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA "Os dados divulgados pelo Monitor de Violência neste 8 de março indicam que a violência contra a mulher permanece como a mais cruel e evidente manifestação da desigualdade de gênero no Brasil. A sociedade, cada vez mais entregue à hipocrisia política e populista daqueles que estimulam a violência como resposta pública ao medo e ao crime, ignora que não há lugar seguro para as mulheres no país. Não há separação entre espaço público e privado para elas - a morte está à espreita dentro das casas, no transporte público, nas ruas e nos espaços de educação e lazer. A violência compõe um cotidiano perverso sustentado por relações sociais profundamente machistas. Apesar da redução de 6,7% no número de homicídios feminino...
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DIREITOS DA MULHER "CÂMARA APROVA DIVÓRCIO IMEDIATO EM CASOS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA" "A Câmara dos Deputados aprovou hoje um projeto de lei que permite à vítima de violência doméstica solicitar ao juiz a decretação imediata do divórcio ou do rompimento da união estável. A matéria segue para apreciação do Senado. O texto aprovado prevê a necessidade de a vítima ser informada sobre o direito de pedir imediatamente o divórcio e à possibilidade de o juizado decidir sobre esse divórcio sem tratar da partilha de bens, que poderá ser feita posteriormente. A relatora do texto aprovado, a deputada Erika Kokay (PT-DF), destacou que atualmente a lei já permite o divórcio ou a dissolução da união estável em qualquer hipótese, sem a necessidade de que a vítima comprove a violência doméstica para que o vínculo seja rompido. "Mesmo assim, o projeto tem grandes méritos. O primeiro é chamar atenção para o fato de que, entre as vítimas de violência doméstica e fami...
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VIOLÊNCIA "VIOLÊNCIA DOMÉSTICA MATA CINCO MULHERES POR HORA DIARIAMENTE EM TODO O MUNDO" "Mais de 500 mil mulheres serão mortas por seus parceiros ou familiares até 2030" "A violência doméstica é responsável pela morte de cinco mulheres por hora no mundo, mostra a organização não governamental (ONG) ActionAid. A informação é resultado de análise do estudo global de crimes das Nações Unidas e indica um número estimado de 119 mulheres assassinadas diariamente por um parceiro ou parente. A ActionAid prevê que mais de 500 mil mulheres serão mortas por seus parceiros ou familiares até 2030. O documento faz um apelo a governos, doadores e à comunidade internacional para que se unam a fim de dar prioridade a ações que preservem os direitos das mulheres. O estudo considera dados levantados em 70 países e revela que, apesar de diversas campanhas pelo mundo, a violência ou a ameaça dela ainda é uma realidade diária para milhares de mulheres. 'A...
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CONHECIMENTO CEREBRAL DESTACA VIOLÊNCIA CONTRA MULHER! "COMO IMPEDIR O MASSACRE DAS MULHERES" "Pelo menos três brasileiras são assassinadas por dia pelo simples fato de serem mulheres. O feminicídio é uma vergonha para o País e seu combate exige transformações sociais e culturas profundas. Elas já começaram" Por: Cilene Pereira          Paula Diniz " Três mulheres teriam morrido covardemente no Brasil até o dia terminar . Amanhã, mais três. E mais três, mais três e mais três por dia, assim, sucessivamente, até o fim do ano. Mulheres como Adriele Freitas de Sena, golpeada dez vezes com uma faca pelo ex-namorado Valdelício Donizete. Ou Edilma Barbosa, morta a facada pelo marido, Edvan Oliveira. As duas morreram na terça-feira 28. Adriele em Guaíra, no interior de São Paulo , e Edilma em Cubatão , no litoral paulista . Elas foram vítimas de feminicídio , definido legalmente como assassinato de mulheres por motivos de desigualdade de g...
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ATUALIDADES: VESTIBULAR E ENEM QUESTÕES SOCIAIS: DIREITOS DA MULHER ELAS QUEBRAM O SILÊNCIO Denúncias de assédio feitas por atrizes de Hollywood vêm à tona e desencadeiam campanhas de apoio à luta das mulheres contra a violência e a desigualdade Por: Maria Fernanda Teperdgian "Se todas as mulheres assediadas ou agredidas sexualmente escrevessem #MeToo em suas redes, talvez o mundo passaria a ter noção da magnitude do problema", escreveu a atriz norte-americana Alyssa Milano em seu Twitter, em outubro de 2017. O post, feito em apoio às denúncias de assédio e estupro contra o produtor hollywoodiano Harvey Weinstein, acusado de abusar de dezenas de mulheres, foi o estopim de um movimento estrondoso nas redes sociais, que ganhou a adesão de mulheres de todo o mundo. A hashtag #MeToo foi utilizada milhões de vezes no Twitter, no Facebook e no Instagram em mais de 80 países. Embora não tenha sofrido assédio por parte do produtor, Milano contracenou ...