GEOGRAFIA:
VESTIBULAR E ENEM


O Enem e os vestibulares estão chegando, e junto com eles, as temidas provas que englobam e requerem muito conhecimento sobre os mais diversos assuntos e disciplinas. A geografia é uma delas. Aliás, uma das mais importantes. Por isso, para ajudar você ainda mais em seus estudos, à partir de agora, o Conhecimento Cerebral irá disponibilizar gratuitamente, os assuntos mais importantes dessa disciplina com o conteúdo didático, baseado na atualidade, do Guia do Estudante (GE)O material será dividido em capítulos, de acordo com o livro GE - Geografia: Vestibular e Enem 2018, e ao final de cada um deles, serão disponibilizados exercícios para que você treine e memorize o que foi aprendido, preparando-se para os vestibulares e concursos públicos. O Conhecimento Cerebral agradece e deseja bom estudo!


CAPÍTULO 1: CARTOGRAFIA - OS ELEMENTOS CARTOGRÁFICOS


O FASCINANTE UNIVERSO DOS MAPAS
A cartografia é dotada de uma linguagem própria, com símbolos, indicadores e representações. Veja a seguir algumas dicas para interpretar corretamente os mapas




Tudo começou quando o homem pré-histórico passou a desenhar no interior das cavernas a localização de seu entorno. Foi assim que surgiram os primeiros mapas. À medida que o homem foi conquistando novos espaços, cruzando mares e aprimorando as técnicas cartográficas, os mapas se tornaram mais sofisticados. Hoje, com a ajuda de poderosos satélites, até mesmo as mais inóspitas regiões regiões do planeta são reproduzidas com alta precisão.

Com o passar dos séculos, os mapas tiveram importantes funções estratégicas: ajudaram a impulsionar a expansão marítimo-comercial europeia no século XV e atualmente são fundamentais para que as administrações públicas desenvolvam projetos de organização territorial. Com os mapas, é possível realizar variados tipos de levantamento, seja ele político, socioeconômico ou ambiental. Por isso, eles são imprescindíveis ao estudo da geografia física e humana e à compreensão dos principais temas que movem o mundo.

Qualquer representação geométrica da superfície terrestre, ou mesmo de parte dela, pode ser considerada um mapa - desde o desenho pouco apurado do homem pré-histórico até o mais completo planisfério produzido pela Nasa recentemente. Sejam eles rudimentares, sejam eles complexos, é importante ressaltar que os mapas possuem uma linguagem própria, com símbolos, indicadores e representações que facilitam sua interpretação. Conheça mais os recursos utilizados pelos cartográficos para reproduzir diferentes informações gráficas.

TÍTULO: O título é a nossa primeira aproximação com o mapa. Observá-lo com atenção pode "encurtar" o caminho da sua leitura e compreensão, pois nos permite conhecer, de imediato, qual é o conteúdo representado. Em geral, vem acompanhado do ano em que os dados foram coletados.

FONTE: A fonte informa a origem (instituição, pesquisa etc.) dos dados utilizados para compor o mapa.

LEGENDA: A legenda é um dos elementos mais importantes mais importantes do mapa, pois dá significado aos indicadores nele representados. Ela informa se os dados são percentuais ou absolutos, além do significado de cores, símbolos, linhas e demais recursos utilizados.
A leitura da legenda deve se feita em conjunto com a visualização da distribuição dos dados no mapa. Neste exemplo, as manchas mais escuras mostram os locais onde há maior concentração de pessoas por quilômetro quadrado. Note que o mapa não fornece os nomes dos países. Essas informações você pode aprender por meio da leitura atenta dos mapas políticos. Trata-se, aliás, de uma dica interessante: os mapas sempre se complementam. Portanto, ao estudar Geografia, lembre-se de olhar para os mapas com a mesma atenção que você olha para os textos, fotografias, gráficos e tabelas.

ESCALA: A escala indica a relação entre o espaço verdadeiro e seu correspondente no mapa. A escala gráfica apresentada no mapa acima mostra que 1 centímetro equivale a 1.237,5 quilômetros nas dimensões reais. Já a escala numérica do mapa ao lado nos mostra que cada centímetro reproduzido equivale a 55,5 milhões de centímetros - ou 555 quilômetros nas dimensões reais. Ao analisar os dois mapas, também é possível comparar reproduções cartográficas feitas em escalas pequenas e grandes. No mapa acima, reproduzido em uma escala pequena é possível identificar os continentes, a divisão política dos países e os oceanos, além dos locais com maior concentração de habitantes. Já no mapa ao lado, em escala maior, vemos uma área mais restrita - no caso, o território brasileiro. Assim, é possível observar os detalhes do contorno do país e identificar com mais precisão as áreas de maior densidade demográfica.

ROSA DOS VENTOS: A rosa dos ventos indica a orientação geográfica, ou seja, para que lado se encontram, no mapa, os pontos cardeais (norte, sul, leste e oeste). Pode parecer bem óbvio que o norte esteja na parte superior do mapa, pois essa é uma convenção internacional. 
Entretanto, em alguns tipos de mapas, como as plantas cartográficas e em projeções azimutais ou plantas, o norte nem sempre na parte superior do mapa.


Págs. 12 e 13 (GE: GEOGRAFIA: VESTIBULAR E ENEM 2018)

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