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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por Delegacia de Homicídios
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VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER "CAI O Nº DE MULHERES VÍTIMAS DE HOMICÍDIO, MAS REGISTROS DE FEMINICÍDIO CRESCEM NO BRASIL" "São 4.254 homicídios dolosos de mulheres em 2018, uma queda de 6,7% em relação a 2017. Apesar disso, houve um aumento de 12% no número de registros de feminicídio. Uma mulher é morta a cada 2 horas no país" Por: Clara Velasco          Gabriela Caesar           Thiago Reis "O Brasil teve uma ligeira redução no número de mulheres assassinadas em 2018. Mas, ainda assim, os registros de feminicídio cresceram em um ano. É o que mostra um levantamento feito pelo G1 com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal. São 4.254 homicídios dolosos de mulheres, uma redução de 6,7% em relação a 2017, quando foram registrados 4.558 assassinatos - a queda é menor, porém, que a registrada se forem contabilizados também os homens ." "Houve ainda um aumento no número de registros ...
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CONHECIMENTO CEREBRAL DESTACA POLÊMICA! "O CRIME QUE ATÉ A LEI OCULTA" " ESTUPRO Uma mulher é violentada a cada 11 minutos no Brasil. Mas os códigos sociais culpam as vítimas, em vez de protegê-las" Por: Marsílea Gombata "Em 2002, o filme francês Irreversível trouxe às telas uma das cenas mais incômodas da história do cinema: em uma passagem subterrânea na noite de Paris, a personagem de Monica Bellucci volta sozinha de uma festa e cruza com o agressor, que a domina com uma uma faca, a joga no chão, abafa seus gritos ao tapar a sua boca, rasga sua roupa, a estupra e a espanca, com chutes no nariz e nas costelas e repetidos choques de seu rosto contra o chão. São 11 longos minutos em uma sequência de tensão , repulsa e dor. Apesar do misto de perplexidade e revolta que a cena de um estupro causa, não se trata de um caso incomum. No Brasil são perto de 527 mil estupros ao ano, segundo o levantamento Estupro no Brasil: Uma radiografia...
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CONHECIMENTO CEREBRAL DESTACA VIOLÊNCIA! "MUITOS DEDOS NO GATILHO" "Não foi obra ao acaso. Os 80 tiros contra uma família negra do Rio de Janeiro são o resultado de uma política de segurança voltada para o confronto e incentivadora da violência policial" Por: Rodrigo Martins "Em uma cidade acuada pelo tráfico e pelas milícias, a técnica de enfermagem Luciana dos Santos Nogueira sentiu-se aliviada quando o marido decidiu fazer o trajeto "mais seguro" naquele ensolarado domingo, 7 de abril. Animada, a família dirigia-se a um chá de bebê, e deu preferência as ruas próximas da Vila Militar de Deodoro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. "Eu falei: ali é calmo, é nossa área. E eu vi o quartel. Tava protegida", relembrou a mulher no dia seguinte, ao chegar no Instituto Médico Legal para liberar o corpo do marido. A família caiu em uma emboscada. Sem emitir qualquer alerta ou ordem de parada, segundo o relato de testemunhas...