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CONHECIMENTO CEREBRAL DESTACA VIOLÊNCIA! "A DOR DE UMA MARCA TRÁGICA" "No clima de violência que sufoca o Rio de Janeiro, os PMs morrem (e matam também) em uma escalada que não encontra paralelo no Brasil nem no mundo. Ser policial no estado virou uma das profissão mais perigosas do planeta" Por: Luisa Bustamante e Thiago Prado "O fascínio pelos números redondos alçou ao centro das atenções um drama que se desenrola sem muito destaque no tabuleiro da violência que engole o Rio de Janeiro. A marca de policiais militares neste ano no estado está perto, muito perto de chegar a 100 . Até o fechamento desta edição, eram precisamente 97 - cada um identificado por nome e idade nas 97 fotos que estampam a imagem acima. Começa com André William de Oliveira, assassinado em 1º de janeiro, e vai até Vaine Luiz dos Santos, enterrado em 13 de agosto. Nesse mesmo período, a tropa de São Paulo registrou 22 baixas. Nos Estados Unidos, no país todo, f...
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ATUALIDADES: VESTIBULAR E ENEM QUESTÕES SOCIAIS: SEGURANÇA PÚBLICA BARBÁRIE NAS PRISÕES As rebeliões em presídios, em que 134 detentos foram mortos no início do ano, escancaram as condições degradantes atrás das grades e a falência do encarceramento em massa "Uma pilha de corpos, alguns esquartejados, sem braço, perna e sem cabeça, uma cena dantesca". A frase do juiz Luís Carlos Valois, do Tribunal de Justiça do Amazonas, reproduzida por vários jornais brasileiros, assim descrevia uma das rebeliões e massacres ocorridos em penitenciárias de pelo menos sete estados brasileiros, em janeiro de 2017. Apenas nos primeiros 15 dias do ano, 134 detentos - ou seja, pessoas sob custódia e responsabilidade de Estado - foram assassinadas, a maioria vítima de brigas entre facções criminosas, sobretudo no Amazonas, em Roraima e no Rio Grande do Norte. Cenas sórdidas desses crimes circularam na internet, e notícias sobre essas atrocidades ganharam as manchetes dos...
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CONHECIMENTO CEREBRAL DESTACA SOCIEDADE! "VIÚVAS E ÓRFÃOS DA MATANÇA COTIDIANA" "Por trás do número alarmante de policiais mortos no Rio, estão famílias esfaceladas pela perda súbita indignadas com tanto sangue derramado" Por: Cássio Bruno " Sair da frieza das estatísticas sobre a morte de policiais militares no Rio de Janeiro para o drama das famílias enlutadas é mergulhar em um poço de tristeza e desesperança, agitado de vez em quando por um vento indignação - os três sentimentos que predominam no cotidiano das mães e pais, mulheres e maridos, irmãs e irmãos, filhas e filhos dos policiais que morrem em decorrência da violência dos bandidos. Uma estatística é a mais dolorosa: há 71 órfãos dessa tragédia carioca de 2017. Quando o pequeno Téo, um bebê forte e sorridente de 4 meses, crescer um pouco, a perda será ainda mais lancinante . Ele jamais conhecerá o pai. Téo nasceu exatos 46 dias depois de o cabo Thiago de Oliveira Lance, de ...