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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por operações nos morros
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VIOLÊNCIA "APÓS INTERVENÇÃO FEDERAL, MORTES VIOLENTAS AUMENTARAM E PRODUTIVIDADE DA POLÍCIA DIMINUIU" "Muito tiro, pouca eficiência: dados são do Instituto de Segurança Pública (ISP) " Por: Antônio Werneck         Carina Bacelar          Elenilce Bottari "RIO - Desde o início da intervenção federal na segurança pública do estado, em fevereiro, foram empregados 32.312 homens das Forças Armadas em 18 operações integradas com as polícias estaduais em favelas e estradas da Região Metropolitana. Toda a mobilização, no entanto, não aumentou a produtividade da polícia . Dados do Instituto de Segurança Pública do estado (ISP) indicam que, de um lado, houve aumento das mortes violentas e, de outro, redução dos indicadores ligados à eficiência policial durante o período de vigência da intervenção. De março a maio deste ano, quando os militares já estavam em plena atividade, os números de prisões em flagrante , cumprimento...
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CONHECIMENTO CEREBRAL DESTACA VIOLÊNCIA! "INTERVENÇÃO NO RIO/ MARCOS VINÍCIUS, AUSENTE" "A mãe do estudante morto por militares protesta. Em vão?" "Quatro meses se passaram e o resultado da intervenção federal no Rio de Janeiro é lastimável, conforme previsto pelos cidadãos de bom senso. A rotina dos tiroteios nos morros não foi alterada, a maioria dos cariocas continua sem perceber qualquer melhora na segurança da capital fluminense e as forças de segurança insistem em produzir vítimas inocentes e a montar investigações fajutas de assassinatos praticados por policiais ou soldados . Na segunda-feira 25, mães de jovens mortos durante operações nos morros reuniram-se em protesto às portas da Assembleia Legislativa . Puxava a fila Bruna, mãe de Marcos Vinícius , estudante de 14 anos surpreendido no meio de uma ação no Complexo da Maré . Segundo testemunhas , o tiro que matou o garoto, que voltava da escola e carregava uma mochila ...
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ATUALIDADES: VESTIBULAR E ENEM QUESTÕES SOCIAIS: VIOLÊNCIA MORTE E INTIMIDAÇÃO O assassinato da vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro, coloca em xeque a intervenção federal e expõe os desafios para conter a rede de criminalidade no país Por: Márcia Nogueira Tonello Na noite de 14 de março de 2018, uma rua do centro do Rio de Janeiro foi o palco de um crime brutal que chocou o Brasil: o assassinato a tiros da vereadora Marielle Franco (PSOL) e seu motorista, Anderson Pedro Gomes. Um carro emparelhou com o deles no bairro de Estácio e fez inúmeros disparos. A vereadora recebeu quatro tiros na cabeça. O assassinato provocou manifestações de repúdio e protestos por todo o país. Em sua atividade pública, a vereadora - ela mesma moradora do Complexo da Maré - buscava organizar a população pobre e favelada da periferia do Rio para exigir direitos civis, como educação pública, acesso à saúde e o respeito a negros é à população LGBT. A morte de...
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CONHECIMENTO CEREBRAL DESTACA VIOLÊNCIA! "MUITOS DEDOS NO GATILHO" "Não foi obra ao acaso. Os 80 tiros contra uma família negra do Rio de Janeiro são o resultado de uma política de segurança voltada para o confronto e incentivadora da violência policial" Por: Rodrigo Martins "Em uma cidade acuada pelo tráfico e pelas milícias, a técnica de enfermagem Luciana dos Santos Nogueira sentiu-se aliviada quando o marido decidiu fazer o trajeto "mais seguro" naquele ensolarado domingo, 7 de abril. Animada, a família dirigia-se a um chá de bebê, e deu preferência as ruas próximas da Vila Militar de Deodoro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. "Eu falei: ali é calmo, é nossa área. E eu vi o quartel. Tava protegida", relembrou a mulher no dia seguinte, ao chegar no Instituto Médico Legal para liberar o corpo do marido. A família caiu em uma emboscada. Sem emitir qualquer alerta ou ordem de parada, segundo o relato de testemunhas...